quarta-feira, 16 de junho de 2010

A Janela de Johari

A janela de Johari

A Janela de Johari é uma ferramenta conceptual, criada por Joseph Luft e Harrington Ingham em 1955, é um dos modelos mais úteis para descrever a interacção humana, que tem como objectivo auxiliar na compreensão da comunicação interpessoal e nos relacionamentos com um grupo.
As quatro janelas, como ilustrado abaixo, divide a consciência pessoal em quatro tipos diferentes, representadas pelos seus quatro quadrantes: aberta, cega, fechado e desconhecido. As linhas divisórias dos quatro painéis são como máscaras da janela, que pode mover-se como uma interacção de pode progredir.
A palavra Johari tem origem na composição dos nomes dos seus criadores: Jo(seph) e Hari(Harrington).



Reflexão crítica:
Através da minha janela de Johari pude concluir que não tenho muitas características
em comum com os restantes elementos, contudo conseguimos estabelecer uma muito
boa relação, visto que segundo a janela de Johari sou uma comunicadora ideal. Também
pude concluir que oculto mais informações sobre mim do que os restantes elementos do
grupo. Isto deve-se à minha personalidade que não me permite dar a conhecer uma lado
mais sensível sobre mim.



Reflexão crítica:
Aquando da realização da minha janela de Johari apercebi-me que o meu grupo me
conhece bastante bem, no entanto existem características minhas com as quais não me
sinto muito confortável por as ter e que as tento esconder. Apesar de tudo, a janela de
Johari afirma que sou um comunicador ideal.



Reflexão crítica:
A realização da minha janela de Johari, foi importante na medida em que pensamos um
pouco acerca de nós e dos que nos rodeiam, algo que o dia-a-dia não apela a tal
reflexão.
Ao nível dos estilos das relações interpessoais o meu será o comunicador ideal.
Para além disso, compreendi que o nosso grupo se conhece relativamente bem, e que
não fiquei muito surpreendida com as características que os outros nomearam sobre
mim.



Reflexão crítica:
Ao construirmos a minha Janela de Johari pude concluir que os elementos do grupo me
conhecem bastante bem, até porque descobri bastantes coisas acerca de mim própria que
nunca tinha reparado muito bem. Descobri também que guardo alguns segredos em
relação à minha personalidade, não que muitas vezes o faça com esse intuito mas acabo
por não mostrar algumas das minhas facetas.



Reflexão crítica:
Pela observação da minha Janela de Johari consegue-se perceber que, apesar de
existirem bastantes características comuns a entre mim e os restantes membros do
grupo, existem também bastantes características que os outros vêm em mim e que não
os percebo. No que diz respeito às características que apenas eu conheço, essas são
poucas e começam a ser menos, com certeza com a convivência e o nível de confiança
entre mim e os restantes membros do grupo. No entanto, enquadro-me como sendo um
Comunicador ideal.

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